sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Gotas (Poesia)

Gotas

Simples prazeres da água cadente
Entrego-me de corpo e alma

Esperei tanto tempo os rios
Esperei tanto tempo as águas

Foi ai que chorou e molhou
Chão seco de minha cabeça

Fertilizando os opacos versos
Brotando sementes e ventos

Veio o choro pluvial dos olhos
Em versos férteis de sentimento

E assim brotou, pois...

Donde era morte se fez vida
É nesses campos de meu feudo...
A nova ida.

Lucas de Freitas

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